sexta-feira, 8 de junho de 2012

Onyx denuncia investigados que usam laudo médico para evitar a CPMI do Cachoeira

O deputado citou o exemplo de Jayme Rincom, convocado para depor na semana passada, que se valeu de um laudo médico para não comparecer. "Ele alegou ser portador de um aneurisma sofrido há uma ano, mas continua a exercer seu cargo no governo de Goiás. Estamos vendo que para fazer banditismo está bem, mas para prestar contas está doente. Se a moda pega muito bandido vai usar atestado médico", afirmou Lorenzoni que fez questão de ordem para que a CPMI exija laudos atualizados de quem alegar problemas de saúde para não depor. 

O parlamentar também protestou contra a resistência do presidente, em exercício da comissão, o deputado petista Paulo Teixeira, em realizar ainda nesta semana reunião administrativa para votação dos requerimentos pendentes. Onyx Lorenzoni lembrou que o regimento comum do Congresso Nacional permite que com a concordância de um terço dos integrantes é possível convocar a sessão. 

O democrata pede a convocação imediata de Luiz Antônio Pagot, ex-diretor do DNIT, que já se dispôs a falar e pode fazer revelações importantes para as investigações da comissão. Lorenzoni ainda comemorou a decisão de ontem do Supremo Tribunal Federal de manter a quebra dos sigilos fiscal, telefônico e bancário da Delta nacional, sexta maior empreiteira do País. Ele reiterou que o primeiro requerimento para quebra dos sigilos da construtora foi apresentado pelo Democratas.

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