O deputado citou o exemplo de Jayme Rincom, convocado para depor na semana passada, que se valeu de um laudo médico para não comparecer. "Ele alegou ser portador de um aneurisma sofrido há uma ano, mas continua a exercer seu cargo no governo de Goiás. Estamos vendo que para fazer banditismo está bem, mas para prestar contas está doente. Se a moda pega muito bandido vai usar atestado médico", afirmou Lorenzoni que fez questão de ordem para que a CPMI exija laudos atualizados de quem alegar problemas de saúde para não depor.
O parlamentar também protestou contra a resistência do presidente, em exercício da comissão, o deputado petista Paulo Teixeira, em realizar ainda nesta semana reunião administrativa para votação dos requerimentos pendentes. Onyx Lorenzoni lembrou que o regimento comum do Congresso Nacional permite que com a concordância de um terço dos integrantes é possível convocar a sessão.
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